Fale Sério











Por Simone Freire 

       Terapia Holistica              

Além de ser motivo para aborrecimento e cansaço, os   problemas do dia a dia podem sair do campo emocional e afetar em cheio o nosso corpo.

A Terapia Holística vem se tornando um auxilio no tratamento dos males causados pelo stresse, como explica a terapeuta holística, Fátima Cortez, 48 anos: “esse tipo de terapia busca compreender o homem como um todo, tratando os fatores físicos e psicológicos do paciente. Antes da doença se manifestar no corpo físico o nosso corpo dá vários sinais através de dores de cabeça, problemas musculares, entre outros”, disse Fátima.

De acordo com a associação internacional de controle do estresse (Isma, sigla em inglês), os brasileiros ocupam o segundo lugar no ranking dos mais estressados do mundo, perdendo apenas para os japoneses. Os tratamentos que envolvem a terapia holística são: fitoterapia, cromoterapia, orientação alimentar, massoterapia, acupuntura e florais de Bach.

O estudante Rodrigo Pinheiro, 23 anos, sofre de intensas dores musculares na região lombar, e recorreu à massoterapia como tratamento. “Eu já recorri a medicamentos convencionais para melhorar o meu problema muscular, mas foi a partir da terapia holística que obtive um resultado satisfatório sem precisar me tornar dependente de remédios sempre. Estou fazendo o tratamento há 2 semanas e me sinto bem melhor, bem mais disposto”, conta Rodrigo. Além de ter uma alimentação saudável e de praticar exercícios físicos, a terapeuta diz que é preciso conhecer a si próprio. “Procurar conhecer a si próprio, conhecer a suas próprias limitações para entender a limitação do outro e a partir daí saber lidar com o seu próprio estresse e com o estresse do outro”, explica Fátima.  Terapia Holistica 



{novembro 3, 2007}   INCLUSÃO PARA TODOS

Por Simone

Em 2005, segundo dados do último Censo da Educação Superior do Ministério da Educação, 6.328 estudantes com algum tipo de necessidade especial estavam matriculados nas universidades brasileiras. Para o estudante de Direito, Paulo Roberto Andrade, 24 anos, que tem um irmão com paralisia dos membros inferiores,  a questão da inclusão de deficientes nas universidades ainda é um desafio muito grande porque é preciso consciência social do próprio aluno e mais preparo dos professores que vão receber esse calouro.  “Nos já avançamos bastante, mas ainda é preciso evoluir mais. É importante que o aluno entre e consiga terminar o curso. Não adianta só entrar e não conseguir se locomover ou não ter equipamentos e materiais adequados”, conta ele.

Vale ressaltar que está no âmbito federal, dentre outras iniciativas, o inciso III do Art. 208 da Constituição Brasileira se refere ao atendimento educacional especializado aos portadores de deficiências, “preferencialmente na rede regular de ensino”. Na Política Nacional de Educação Especial elaborada em 1994 (MEC/SEESP, 1994), o MEC estabelece como diretrizes da Educação Especial apoiar o sistema regular de ensino para a inserção dos portadores de deficiências, e dar prioridade ao financiamento de projetos institucionais que envolvam ações de integração.



{setembro 28, 2007}   Violência e Alcoolismo

O abuso de bebidas alcoólicas é citado no relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das causas dos maus-tratos infantis, da violência juvenil e entre marido e mulher e dos acidentes de trânsito. A OMS alerta ainda que cada vez mais a produção e comércio de álcool são envolvidos pela globalização, o que implica novos desafios para combater o problema.  Na Bahia o Projeto de lei intitulado de “lei seca”,que autoriza a Secretaria de Segurança Pública (SSP) a restringir o horário de funcionamento de estabelecimentos de comércio de bebidas alcoólicas vem causando polêmica entre a população soteropolitana. A diretora do Departamento de Crimes Contra a Vida (DCCV), da Polícia Civil, Marta Nunes, é a favor do Projeto de Lei.  Ela diz que, se a prática funcionou em Diadema, cidade do ABC paulista, que implantou a “lei seca” em 16 de julho de 2002, não tem por que não dar certo em Salvador. “As estatísticas nos mostram que a maioria dos crimes ocorridos nesses horários está associada ao uso de bebida”, avalia. Mesmo sendo a favor da lei ela diz que, para surtir resultados, é preciso associar a medida a outras iniciativas. “Precisamos iluminar os bairros periféricos, além de criar políticas sociais mais efetivas. Percebemos que o jovem está à mercê da criminalidade”, assinala.  Embora os dados não relacionem o índice da violência ao consumo de bebidas alcoólicas, a última estatística divulgada pelo Centro de Documentação e Estatística da Policia Civil da Bahia (CEDEP) sobre a violência em Salvador demonstra que houve um aumento de 38,2% no número de homicídios nos nove primeiros meses de 2007. Entre 1º de janeiro e o dia 13 de setembro, foram assassinadas 870 pessoas.

Simone



{agosto 30, 2007}   Hello world!

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et cetera